LIXO NO PLANETA TERRA


Priscilla Mazenotti


2477Cada brasileiro é responsável pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, em média. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

“Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial”, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca). 

A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). “Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite”, disse Carlos Nobre.

Fonte: Envolverde / Agência Brasil



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 18h11
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Preparativos para a Conferência do Clima, em Copenhague

 

As discussões sobre o clima na reunião preparatória de Barcelona e as programadas para o início de dezembro, em Copenhague, são decisivas para todos os países. Porque se não houver acordo para reduzir as emissões de gases que aquecem o planeta, os desastres climáticos se intensificarão muito. 

Fonte

TV CULTURA



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 12h48
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SP está sob risco de um ‘apagão’ do lixo

 

São Paulo corre o risco de viver um “apagão” do lixo. Enquanto a prefeitura coleta 13 mil toneladas de dejetos todos os dias, apenas 1% de todo esse volume é de reciclado. 

Para agravar o desequilíbrio, existem apenas dois aterros sanitários em funcionamento no município. Um deles, o São João (em Sapopemba), atinge a cota máxima em outubro. No mês passado, um dos maiores aterros do mundo, o Bandeirantes, em Perus (zona norte), chegou ao limite e deixou de funcionar.
Assim, é provável que o aterro de Caieiras tenha de receber todo o lixo da cidade.

 

  • Ricardo Nogueira/Folha Imagem

    11/11/2009

    Apagão em vários Estados do país deixaram cidades no escuro, como Santos, no litoral paulista



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 09h18
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Relembrar

O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.

Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.

Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.

A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.

Tempo de decomposição dos resíduos

Tempo de decomposição dos resíduos

Coleta Seletiva

Veja abaixo quais os tipos de lixo que podem ser reciclados:

DESTINO
PAPEL
PLÁSTICO
VIDROS
METAIS
COLETA SELETIVA
papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa vida, listas telefônicas, livrossacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral (retire antes o excesso de sujeira)garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos (retire antes o excesso de sujeira)latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folhas-de-flandres
LIXO COMUM
papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesivasplásticos termofixos (usados na indústria eletroeletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos)espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadoresclipes, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos

Fonte: Instituto Akatu

Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

O Grupo Pão de Açúcar também possui pontos de coleta nos supermercados em todo o país. A iniciativa está sendo ampliada para outras bandeiras do grupo, como a rede Extra.

 



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 10h40
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2202

Temos apenas cinco anos para iniciar uma revolução industrial de baixo carbono antes que as mudanças climáticas entrem num ciclo de aumento retroalimentado e não possam mais ser contidas. Esse é o resultado do novo estudo da Rede WWF: Soluções Climáticas 2. A boa notícia é que é isso possível e, a longo prazo, há grandes benefícios para a humanidade. 

Pela primeira vez um relatório sugere cronogramas para as transformações industriais necessárias para limitar as emissões globais de gases de efeito estufa para que o aumento médio da temperatura do planeta se limite a 2 ˚ C, se comparado a temperatura do período pré-industrial. Esse é o patamar considerado seguro pelos cientistas que estudam o aquecimento global.  

O relatório da Rede WWF foi elaborado pela empresa Climate Risk, conhecida pelo seu trabalho na área de mudanças climáticas para seguradoras e construtoras da área de infraestrutura. 

O estudo concluiu que para os países que possuem economia de mercado, depois de 2014, o crescimento industrial desordenado tornará impossível o cumprimento das metas de redução necessárias para manter o aquecimento global abaixo de 2 ° C. O relatório também revela que as medidas de mercado por si só não serão suficientes para obter reduções de emissões na escala necessária e que atrasos no início dessa mudança econômica irá requerer níveis cada vez mais e diretos de intervenção na economia. 



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 19h35
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20/10/2009 - 08h14

Coleta seletiva de lixo chega a 56% dos municípios

Luana Lourenço
Da Agência Brasil
Em Brasília
O Ministério das Cidades divulgou os números mais recentes do manejo de resíduos sólidos urbanos no Brasil, referentes a 2007. Com base em dados de 306 municípios, que representam 55% da população urbana, o levantamento, apresentado ontem (19), mostra que a cobertura média de coleta de lixo nas cidades pesquisadas é de 90%. Já a coleta seletiva só chega a 56,9% dos municípios da amostra, que inclui todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes.. 

Cerca de 64% do lixo coletado vão para aterros sanitários, 26,6% são levados para aterros controlados - que têm estrutura melhor que lixões, mas onde há trabalho de catadores - e 9,5% dos resíduos ainda vão para os lixões, considerados a pior solução para o destino final. 

De acordo com o diretor do Departamento de Articulação Institucional do Ministério das Cidades, Sérgio Antônio Gonçalves, em muitos casos, os locais de depósito do lixo não têm autorização ambiental para funcionar. Dos 587 aterros catalogados, 46% não têm qualquer tipo de licença ambiental.

"Temos que intensificar a questão dos licenciamentos e reforçar a necessidade de gestão. Se não tiver acompanhamento, em seis meses, um aterro pode se transformar em um lixão. É preciso ter compromisso do gestor com a manutenção", avaliou. 

Na coleta seletiva, além do recolhimento formal, há o trabalho de catadores de lixo, presentes em 83% dos municípios da amostra. Em mais da metade dos casos, os catadores são organizados em cooperativas e associações. 

A quantidade média de material reciclável recuperado é de 3,1 quilos por habitante por ano, menos de 1,5% do que seria possível reaproveitar. Papel e papelão representam a maior parte do material recuperado, 50,7%. Em seguida, aparecem plásticos (26,4%), metais (12,1%) e vidros (6,4%). 
O Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos é a sexta edição da série histórica sobre lixo, elaborada anualmente desde 2002, a partir de dados extraídos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 10h49
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Amazônia pode ficar 10ºC mais quente até 2060, diz estudo

James Painter
Analista da BBC para a América Latina
Um aquecimento global de 4ºC deve ter consequências dramáticas para a América Latina e pode subir as temperaturas na região amazônica entre 8ºC e 10ºC, o que levaria à destruição de grande parte da floresta, de acordo com um novo estudo do Departamento de Meteorologia britânico (Met Office).

O cenário catastrófico pode se tornar realidade já em 2060 - quatro décadas antes do previsto pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC).

Segundo Gilvan Sampaio, climatologista e pesquisador do Inpe, as novas previsões sobre mudança climática apontam para aumentos mais drásticos de temperaturas em um período menor de tempo por conta de inovações na área de pesquisas sobre o clima. Em 2007, a previsão era que a Terra ficasse de 1,8°C a 4°C mais quente em um período de cem anos.
POR QUE PREVISÕES M
"Nas nossas melhores estimativas, um aquecimento global de 4ºC aconteceria na década de 2070. Mas em uma situação extrema plausível isso poderia acontecer em 2060", disse à BBC Brasil o pesquisador Richard Betts, do Hadley Centre, a unidade do Met Office que estuda mudanças climáticas.



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 10h57
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Conferência da ONU alerta que 70% do planeta pode sofrer com seca em 2025


da France Presse, em Buenos Aires

1953Garimpeiro Juraci Barbosa da Cunha, 50, em estrada de área no sul do Piauí que tem um dos maiores índices de desertificação do Brasil
Quase 70% do planeta será afetado pela seca em 2025 se não forem aplicadas políticas para frear este flagelo, advertiu nesta sexta-feira (2) em Buenos Aires Luc Gnacadja, secretário da Convenção da ONU de Combate à Desertificação.

"Se não conseguirmos solucionar este problema da Terra, em 2025 quase 70% dela estará muito afetada", destacou Gnacadja, falando em uma conferência. 

Atualmente, a seca afeta pelo menos 41% do planeta, e o processo de degradação aumentou entre 15% e 25% desde 1990, segundo um relatório sobre a situação climática mundial apresentado à imprensa durante o encontro.

Gnacadja ressaltou a gravidade do panorama a longo prazo no encerramento da 9ª Conferência das Partes da Convenção da ONU de Combate à Desertificação, que aconteceu entre 22 de setembro e 2 de outubro na capital argentina.

O secretário afirmou ainda que houve um consenso no encontro sobre a necessidade de monitorar e determinar os indicadores para compreender a situação atual em detalhes, o ritmo do avanço da desertificação e maneiras de lutar contra ela.

Além disso, indicou que "não há segurança mundial sem segurança alimentar" nas zonas secas e que "é preciso um acordo verde" por parte dos países desenvolvidos para trabalhar nesses lugares, referindo-se à necessidade de um compromisso político das potências.




Fonte: Folha Online Ambiente .
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Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 19h24
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Grã-Bretanha investiga lixo exportado

 

Oitenta e um contêineres de lixo estão sendo examinados por investigadores da agencia ambiental britânica.

O material, que havia sido enviado para o Brasil e foi repatriado pla Grã-Bretanha, deveria ser apenas plástico reciclável.

Mas até agora, os britânicos encontraram lixo doméstico comum - como fraldas sujas e comida podre. A exportação de lixo não-reciclável é ilegal na Grã-Bretanha.

O diretor da divisão de crime da agência ambiental britânica diz que é crueldade exportar este tipo de lixo para outro país. Ele disse que o caso não tem desculpa e que o governo vai levar tudo muito a sério.

As autoridades britânicas esperam a chegada de outros dez contêineres do Brasil. O governo britânico deve levar mais dois meses analisando o lixo para encerrar as investigações sobre o caso.



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 09h34
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23/09/2009 - 15h04

Britânicos descobrem que geleiras da Groenlândia e Antártida derretem em velocidade acelerada

Do UOL Ciência e Saúde*
Em São Paulo
Cientistas britânicos descobriram que os mantos de gelo - enormes geleiras que datam da última grande glaciação do planeta - da Groenlândia e da Antártida estão encolhendo a um ritmo muito mais rápido do que se imaginava. Segundo o estudo, publicado no jornal científico "Nature", as geleiras estão perdendo 9 metros de profundidade por ano desde 2003. 


Os cálculos foram feitos a partir de dados de satélite da Nasa e confirmam o que alguns dos cientistas mais pessimistas já diziam: o derretimento das duas maiores camadas de gelo do mundo está acelerando e se retroalimentando. Em algumas partes da Antártida, as taxas anuais de perda de gelo entre 2003 e 2007 foram 50% maiores do que aquelas registradas entre 1995 e 2003. Na Groenlândia, 81 das 111 geleiras da região estão afinando em ritmo acelerado.

Efe



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 10h08
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IMAGINANDO UMA CIDADE  SEM CARROS
22/09/2009 - 07h15

Dia Mundial Sem Carro tem atividades em várias capitais brasileiras                             

da Folha Online

As principais capitais brasileiras reservaram diversas atividades para o Dia Mundial Sem Carro --realizado em várias cidades do mundo nesta terça-feira. A ideia de reservar ao menos um dia do ano para diminuir a utilização de automóveis surgiu na Europa nos anos 90 e ganha mais adeptos à medida que crescem os debates sobre os impactos ambientais e urbanísticos provocados pelos veículos.

São Paulo                                                                                                                                                                                

            

 



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 09h09
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14/09/2009 - 14h32

Ativistas do Greenpeace se vestem de vacas para protestar pelo clima

Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo
Ativistas do Greenpeace vestidos com fantasias de vacas fizeram uma manifestação nesta segunda-feira (14) na avenida Paulista, em São Paulo. Munidos com cartazes com frases como "desmatamento causa aquecimento global" e "sem florestas, não há clima", o objetivo dos ambientalistas era alertar para a influência do desmatamento sobre o clima.

Protestos como os de hoje em São Paulo também foram organizadas no Rio de Janeiro e em Salvador. As ações fazem parte da "Semana de Mobilização pelo Clima" do Greenpeace.

A escolha das fantasias de "vaquinhas" foi uma referência ao desmatamento na Amazônia. Segundo relatório de monitoramento da ONG Imazondivulgado este mês, o aumento do desmatamento na região em julho, quando comparado ao mesmo período de 2008, foi em grande parte causado pelo avanço da pecuária sobre as florestas, principalmente no Pará. O Estado concentrou 70% das áreas desmatadas verificadas no mês de julho. 

O calendário de mobilização do Greenpeace prevê mais protestos amanhã (15) em Manaus, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, além de mutirões de limpeza de praias no fim de semana e outras intervenções.

O objetivo das manifestações é pressionar o governo brasileiro a assumir uma posição de liderança na Conferência da ONU sobre o clima, que acontece em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).

 



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 15h44
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1397

Expedição parte em busca de 'ilha de lixo' maior que o Texas no Pacífico

 

Uma equipe de cientistas e ambientalistas parte neste final de semana da cidade de San Francisco, nos Estados Unidos, em busca do que alguns chamam de "A Ilha do Lixo" - um redemoinho de lixo no Oceano Pacífico formado por mais de seis milhões de toneladas de plástico.


A "ilha", também chamada de "Mancha de Lixo do Pacífico Norte" flutua à deriva entre a Califórnia, nos Estados Unidos, e o Japão. 

O redemoinho foi descoberto em 1997 pelo oceanógrafo Charles Moore. Ele ignorou os alertas de não passar pela região, onde faltam ventos e correntes, e acabou descobrindo o acumulado de lixo.

 

 

Durante a viagem, o oceanógrafo encontrou pedaços de garrafas, sacos plásticos, seringas e uma variedade enorme de outros objetos de plástico em vários estados de conservação, já que, devido à ação do sol e dos ventos, o material se desintegra em fragmentos pequenos que flutuam durante anos, obedecendo às correntes marítimas.

O plástico tem origem na atividade no continente, principalmente nas áreas costeiras. O material também chega ao oceano por meio dos rios. Os ventos e as correntes empurram o plástico até o redemoinho no Pacífico Norte.

A desintegração do plástico em partículas microscópicas, algumas infinitamente menores do que um grão de areia, faz com que esta mancha, cujo tamanho é duas vezes maior que a superfície do Estado americano do Texas, seja quase impossível de ser localizada com radares ou tecnologia de satélite.




Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 15h09
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1027


12/08/2009 - 09h34

Lixo devolvido deve chegar ao Reino Unido no fim do mês

Londres - O lixo devolvido pelo Brasil na semana passada deve chegar ao Reino Unido no final de agosto, segundo a Agência de Meio Ambiente britânica. A carga é alvo de investigação por suspeita de exportação ilegal. No final de julho, três suspeitos chegaram a ser presos pela polícia de Wiltshire, região no sudoeste da Inglaterra onde supostamente estão as empresas envolvidas no caso. Após passarem por interrogatório, foram liberados sob fiança e não podem deixar o país.

 

O lixo começou a ser encontrado no Brasil no final de junho, armazenado em 89 contêineres distribuídos nos Portos de Santos (SP) e de Rio Grande (RS) e em uma estação alfandegária de Caxias do Sul (RS). A carga, de 1,7 mil toneladas, havia sido vendida a empresas nacionais como plástico para reciclagem. No entanto, continha material doméstico e hospitalar, o que é proibido.

 

As transportadoras dos contêineres concordaram em levar a carga de volta ao Reino Unido, arcando com as despesas. A Agência de Meio Ambiente ficará responsável por despachar o lixo para os locais apropriados quando chegarem ao país.

 



Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 10h51
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Philadelphia passa a usar lixeiras compactadoras movidas por energia solar

Lixeira solar
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Da redação

Publicado em 27/07/2009 06:22:00

tamanho da letra: Aumentar Diminuir

A cidade americana de Philadelphia instalou 500 lixeiras com painéis solares. A energia gerada é para compactar os resíduos e, assim, economizar espaço. Esse tipo de lixeira ecológica é produzida pela companhia BigBelly Solar (algo como grande estômago solar, em inglês).
 
Apesar de ser mais cara que uma lixeira comum, obviamente, o equipamento movido por energia solar vai representar uma economia de quase US$ 900 mil por ano aos cofres públicos daquela cidade. Ao diminuir a freqüência com que as lixeiras precisam ser esvaziadas – de 19 para apenas 5 vezes por semana - menor será o consumo de gasolina pelos caminhões de lixo e ainda sobra tempo para os lixeiros atuarem em programas de coleta seletiva.

A tecnologia monitora o nível de resíduos dentro da lixeira e somente aciona o compactador quando o nível é superado, economizando energia, já que nem sempre o Sol estará brilhando para carregar as baterias do equipamento.



    Escrito por FRANCISCO MAURICIO às 11h14
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